O céu tão límpido, vazio
E a terra tão cheia –
Por toda a parte,
A construção da vida e da morte.
Que mundo poderemos ainda erguer
Deste espaço envelhecido?
Deste espaço que não é multiplicável,
Só dentro dos olhos
O horizonte cresce
E é infinito.
Nuno Rocha Morais
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