Nada mais é preciso:
amei-te, desprezo-te.
Tudo é inútil o bastante.
Tudo é inútil o bastante.
Nuno Rocha Morais
Eis uma sede súbita de poemas – Sede, não um pião vindo dos astros, Não um raio, divino de vontade. Percorro as sarças de palavras crepuscul...