Não rasgo nada,
Não queimo sequer
A memória dos teus
olhos,
Não retribuo a dor
Que geraste –
A crueldade não te
pertence,
É a de um amor
Que ficou para assistir
Ao seu próprio fim.
Não quero dizer nada. Se eu quisesse não escrevia poemas. Aliás o poema escreve-se dentro de mim, Num fora de mim, Noutra desenfreada de ver...
Extremamente belo, como sempre.
ResponderEliminarUm abraço e bom fim de semana,
Manuela
Non strappo niente
Non strappo niente,
Biglietti, lettere, fotografie,
Non brucio neppure
La memoria dei tuoi occhi,
Non ricambio il dolore
Che hai provocato –
La crudeltà non t’appartiene,
È quella d’un amore
Che restò per assistere
Alla sua stessa fine.
Muito obrigada, Manuela.
ResponderEliminarMais uma vez um belo trabalho de tradução!
Bom domingo e um abraço de amizade
Elisabete