Não rasgo nada,
Bilhetes, cartas, fotografias,
Não queimo sequer
A memória dos teus olhos,
Não retribuo a dor que geraste
A crueldade não te pertence,
É a de um amor
Que ficou para assistir
Ao seu próprio fim.
Nuno Rocha Morais
Eis uma sede súbita de poemas – Sede, não um pião vindo dos astros, Não um raio, divino de vontade. Percorro as sarças de palavras crepuscul...
Sem comentários:
Enviar um comentário