Há memórias plúmbeas de medo,
Mas cujo rosto não é o de Adamastor.
Adamastor é apenas o riso
De uma vontade virgem, inerte,
Inutilizada, que troça
Do nosso medo e mutismo.
Nuno Rocha Morais
O poema como um sismógrafo de ilusão, Em cujas palavras vazias de som Se adivinha o coração suspenso. O poema como um arar sem revolver, O l...
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