sábado, 28 de fevereiro de 2026

O céu tão límpido, vazio

E a terra tão cheia –

Por toda a parte,

A construção da vida e da morte.

Que mundo poderemos ainda erguer

Deste espaço envelhecido?

Deste espaço que não é multiplicável,

Só dentro dos olhos

O horizonte cresce

E é infinito.


Nuno Rocha Morais 

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  Primaveras anónimas, Apostando serenamente nas cores Moldáveis para que cada um Construa o seu próprio florescer. Nuno Rocha Morais