Não rasgo nada,
Bilhetes, cartas, fotografias,
Não queimo sequer
A memória dos teus olhos,
Não retribuo a dor que geraste
A crueldade não te pertence,
É a de um amor
Que ficou para assistir
Ao seu próprio fim.
Nuno Rocha Morais
Primaveras anónimas, Apostando serenamente nas cores Moldáveis para que cada um Construa o seu próprio florescer. Nuno Rocha Morais
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