quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Abraço o demónio

Que em mim também sou eu,

Bebo cristais de crime,

Resíduos do mal,

Embriago-me no vertiginoso sorvo

Da tentação alcoólica.

Aceito que tudo em mim sou eu.

 

Nuno Rocha Morais

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  Primaveras anónimas, Apostando serenamente nas cores Moldáveis para que cada um Construa o seu próprio florescer. Nuno Rocha Morais