segunda-feira, 22 de setembro de 2014


A morte nada dura
É tempo de despir o luto
Antes que comece a confundir-se com a pele
Oh! A morte nada dura
De novo há pássaros que submergem
O lento remar dos adágios
O grave requiem dos prantos
A morte nada dura
Os mortos voltam nos vivos
Aos vivos



Nuno Rocha Morais

Sem comentários:

Enviar um comentário

  Primaveras anónimas, Apostando serenamente nas cores Moldáveis para que cada um Construa o seu próprio florescer. Nuno Rocha Morais